Membros da ASCAPEL visitam coleta seletiva de Campinas/SP

Reportagem: Ingryd Rodrigues / Fotos concedidas pela RECOA

O trágico incêndio que devastou todo o galpão da Associação dos Catadores de Pedro Leopoldo (ASCAPEL) trouxe incontáveis prejuízos para a coleta seletiva no município.

Visando amenizar essas perdas, a Rede Comunitária em Ação (RECOA), Instituto LafargeHolcim e a ONG Lagoa Viva, acompanharam Luciene Pereira Almeida e Marilene Pereira Oliveira, presidente e vice-presidente da ASCAPEL, em uma viagem até Campinas/SP, para visitar a coleta seletiva da cidade.

Marilene conversou por telefone com a equipe do Mix e relatou estar maravilhada com o que viu e aprendeu na cidade. “Fico até sem palavras para descrever a alegria pela oportunidade e as possibilidades de uso do material reciclado”, disse.

Márcia Lopes, Coordenadora da Rede Recoa também conversou com o Mix e acrescentou: “É um projeto muito bem feito aqui! Começaram com dificuldade, mas já é um trabalho que existe há 10 anos”. Ela acrescentou que esse tipo de ação é muito importante para que elas percebam como é possível uma coleta seletiva que dá certo, e renovar as esperanças dos membros da ASCAPEL. “É mais uma oportunidade de capacitação e fortalecimento da associação e isso está nos objetivos da Rede Comunitária em parceria como instituto LafargeHolcim. Vamos continuar nosso trabalho, porque a gente acredita que isso é possível!” finalizou Márcia.

Após a visita os Membros da Ascapel, a representante da LafargeHolcim, Recoa e ONG Lagoa Viva retornaram à Pedro Leopoldo. A viagem aconteceu no final desta tarde e o embarque foi no aeroporto de Viracopos em Campinas.

Casal fica ferido após carro cair em barranco no bairro Novo Campinho

ACIDENTE ACONTECEU NA MADRUGADA DESTA SEGUNDA-FEIRA (07)

Reportagem: Pacheco de Souza / Foto Expedito Nogueira

Acidente deixou um casal ferido

Acidente deixou um casal ferido

Um casal ficou ferido nesta madrugada após um Fiat Stilo cor prata cair em um barranco no bairro Novo Campinho, próximo à empresa Rodolatina, na Região Norte de Pedro Leopoldo. O acidente foi por volta das 02h30. Homem e mulher foram socorridos em veículos de terceiros e levados ao Pronto Atendimento Municipal.

Segundo informações do Bombeiro Civil Denis Valério (Brigada Civil de Emergência de Pedro Leopoldo) o homem foi encaminhado para Belo Horizonte com várias escoriações pelo corpo, e suspeita de TCE, mas só após exames na Capital Mineira será possível confirmar se houve a lesão. A mulher ficou internada em observação no PA Central.

SOBRE O ACIDENTE

Nossa equipe apurou que o veículo descia a Avenida Camilo Alves da Silva sentido rodovia MG-424, quando o condutor perdeu o controle da direção, em frente ao bairro Novo Campinho, e caiu no barranco ao lado da correia transportadora do grupo Lafarge/Holcim.

Ainda não é possível dizer o que teria feito o motorista perder o controle da direção, no entanto, no trecho onde o veículo se acidentou é comum a presença de buracos na pista, além da grande quantidade de água que fica acumulada no local em período chuvoso.

Uma viatura do Corpo de Bombeiros, comandada pelo Subtenente Acácio também compareceu ao local.

SOBRE OS BURACOS

Na última semana a Secretaria Municipal de Obras realizou operação tapa buracos na região, e tampou todos os buracos da via, mas devido ao período chuvoso, o trabalho que é feito com asfalto frio ficou perdido.

lâmpada queimada, luz, quebrada, piscando, 0800

refis 2015

OPORTUNIDADE: Aberta inscrições para estagiários de engenharia

Reportagem e foto: Pacheco de Souza

Lafarge em Matozinhos/MG - foto de arquivo do Mix Notícias

Lafarge em Matozinhos/MG – foto de arquivo do Mix Notícias

A Lafarge abriu inscrições, no último dia 20, para seu Programa de Estágio de Férias 2015 para alunos de Engenharia. Os candidatos devem ter inglês avançado, previsão de formatura para julho de 2015 e possibilidade de mudança de cidade ou estado ao término da graduação.

O processo seletivo acontecerá de outubro a dezembro e os estagiários escolhidos receberão bolsa-auxílio, seguro de vida, hospedagem, alimentação e transporte para a cidade de estágio.

O programa é dividido em duas etapas: presencial em uma das unidades da Lafarge, entre os meses de janeiro e fevereiro, e à distância, com desenvolvimento de um projeto e encontros periódicos para acompanhamento nos 10 meses seguintes.

Essa é a quarta edição do estágio de férias da Lafarge, que só esse ano teve seis de seus estagiários ingressando no Programa de Trainee da empresa. “Nossos estagiários têm a chance de trabalhar em um ambiente industrial, em fábrica de cimento, usina de concreto ou jazidas de agregados. É uma oportunidade para vivenciar em campo o que aprende na universidade”, diz João Ricardo Cavalcanti, diretor de Recursos Humanos e Comunicação.

As inscrições podem ser feitas até o dia 19 de outubro pelo site: CLIQUE AQUI.

FÁBRICAS DE CIMENTO SÃO CONDENADAS PELO CADE

Reportagem e fotos: Pacheco de Souza / Fonte: EXAME.com

Fábrica da Holcim em Pedro Leopoldo

Fábrica da Holcim em Pedro Leopoldo

As maiores produtoras de cimento do Brasil foram condenadas na última quarta-feira (28) a vender ativos e a pagar multa bilionária em um julgamento do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que considerou que o grupo agiu contra a livre concorrência no país por pelo menos duas décadas.

Segundo a reportagem do Portal EXAME.com – O Cade, órgão de proteção à competição no país, entendeu que Votorantim Cimentos, Holcim, Cimpor e InterCement (do grupo Camargo Corrêa), Itabira Agro Industrial (do grupo João Santos) e Companhia de Cimentos Itambé combinaram preços, dividiram mercados e clientes e criaram impeditivos para a entrada de novos concorrentes no mercado de cimento.

O prejuízo ao país no período teria sido de 28 bilhões de reais, segundo o Cade.

Após a leitura do voto do conselheiro Márcio de Oliveira Júnior que durou quase 10 horas, o Cade decidiu que todas as empresas envolvidas terão que vender na íntegra qualquer tipo de participação acionária em outras companhias do setor de cimento e concreto que tenham sido utilizadas no cartel.

Além disso, as empresas terão de vender 20 por cento de capacidade instalada em serviços de concretagem em localidades em que tenham mais de uma concreteira.

Segundo a decisão do Cade, as empresas também terão de realizar o descruzamento de participações que tenham entre si.

As empresas ainda agiram conjuntamente com as entidades setoriais Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem (Abesc), Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic), segundo o Cade.

“Os remédios aplicados devem ser capazes de interromper a infração e restaurar o ambiente competitivo”, disse Oliveira Júnior, durante a leitura do seu voto.

“As empresas restringiam a oferta de produtos cimentícios, asseguraram o controle dos canais de distribuição, para facilitar o monitoramento das atividades… O cartel era tão forte que tinha nortes estratégicos bem desenvolvidos”, afirmou o conselheiro.

A decisão do Cade foi tomada depois que a suíça Holcim e a francesa Lafarge, que fez um acordo com o Cade em 2007 para pagar 43 milhões de reais, anunciaram em abril uma fusão que criará o maior grupo de cimentos do mundo.

O novo grupo, avaliado em cerca de 60 bilhões de dólares, será o terceiro maior produtor de cimento do país.

Multa Recorde

O Cade condenou as seis cimenteiras a multa recorde de 3,1 bilhões de reais. Votorantim Cimentos, que detém cerca de 40 por cento do mercado brasileiro, terá de pagar 1,5 bilhão de reais.

A suíça Holcim foi condenada a pagar 508 milhões de reais e a Itabira, 411 milhões de reais.

No caso das empresas do grupo Camargo Corrêa, as multas somam 241 milhões de reais para a Intercement e 297 milhões de reais para a Cimpor. Já a Cimentos Itambé terá de pagar 88 milhões de reais.

A ABCP terá que pagar 2,1 milhões de reais, enquanto o Snic e a Abesc terão de pagar, cada um, 1 milhão de reais. O Cade determinou ainda multas a seis pessoas físicas envolvidas no caso.

O julgamento estava suspenso desde janeiro devido a um pedido de vista de Oliveira Júnior, que apresentou nesta quarta-feira um novo voto.

Oliveira manteve os mesmos valores das multas propostos pelo relator Alessandro Octaviani, mas fez alguns reparos nas outras punições, como a proposta de vendas de 20 por cento dos ativos de concretagem e a venda de participações em outras empresas.

Em janeiro, Octaviani havia estipulado no seu voto que a Votorantim Cimentos deveria vender 35 por cento da sua capacidade instalada de cimento.

Para InterCement e Cimpor, a proposta foi de venda de 25 por cento da capacidade conjunta. Já para Holcim e Itabira a proposta na época foi de venda de 22 por cento da capacidade cada.

Outro Lado

Apesar de o Cade ter reduzido a pena inicialmente proposta, o setor, que vinha afirmando que o órgão não tem atribuição legal para obrigar as empresas a vender ativos, além do pagamento da multa, prometeu levar o assunto à Justiça.

Em nota de duas linhas enviada à imprensa, a Votorantim Cimentos afirmou que recorrerá à Justiça e que a decisão do Cade é “injustificada, sem suporte nos fatos e sem base legal”.

A InterCement também afirmou que recorrerá à Justiça e afirmou que o julgamento do Cade foi parcial, desrespeitando normas legais.

A companhia “tem convicção da lisura de suas operações e nega qualquer participação em condutas ilícitas. A InterCement lamenta que, no julgamento de hoje, o Tribunal Administrativo do Cade tenha estabelecido penalidades descabidas e negado à companhia um julgamento imparcial”.

Já a Itabira disse que apresentará seus argumentos na esfera judicial, “segura do reconhecimento de sua conduta no mercado, sempre exemplar, ao longo de seus 55 anos de atividades”.

O Snic disse em comunicado à imprensa que “lamenta ter sido condenado pelo Cade por interpretações equivocadas de sua atuação, razão pela qual irá recorrer da decisão”.

Segundo a entidade, o mercado do cimento brasileiro é um dos mais competitivos, eficientes e abertos do mundo.

“O Snic está seguro, portanto, de que sempre atuou dentro da lei e seguindo práticas internacionais, estimulando a concorrência”, acrescentou a entidade.

Representantes da Holcim, Abesc e da ABCP não puderam ser contatados de imediato para comentar o assunto.

NOTA DA HOLCIM ENVIADA À IMPRENSA EM 30 DE MAIO

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) finalizou no dia 28 de maio, o julgamento do processo que avaliava as supostas práticas da indústria cimenteira no País, o qual investigava as grandes empresas e associações do setor, dentre elas a Holcim.

Ao final do julgamento foram estipuladas penalidades para as empresas, inclusive a Holcim. Entretanto, para a condenação do Cade, ainda cabem recursos na justiça comum e a Holcim tomará todas as providências legais cabíveis. Para tanto, contamos com a assessoria de experientes advogados internos e externos e com o total apoio da Suíça.

Reiteramos que agimos em concordância com a legislação brasileira e que seguimos rígidas regras de prática da livre concorrência em todos os mercados nos quais atuamos, não tolerando qualquer comportamento contrário a essas diretrizes. Reafirmamos também que o resultado desse julgamento não afeta o cumprimento de nossas obrigações financeiras e contratuais e tampouco nossas operações no Brasil, incluindo a expansão da unidade de Barroso.

INCÊNDIO EM GALPÃO DA LAFARGE EM MATOZINHOS

GALPÃO ARMAZENAVA 150 TONELADAS DE PNEUS.

Reportagem: Luciana Gonçalves / Fotos: Pacheco de Souza

Lafarge em Matozinhos/MG - foto de arquivo do Mix Notícias

Lafarge em Matozinhos/MG – foto de arquivo do Mix Notícias

No final da tarde desta quarta-feira (19), um incêndio atingiu um galpão com pneus da empresa de cimentos Lafarge localizada na rodovia MG 424 em Matozinhos. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, havia cerca de 150 toneladas de pneus no local.

As chamas atingiram a altura de 3 metros mas foram rapidamente controladas pelos Bombeiros com auxílio da equipe de brigadistas da fábrica.

PÓ DE CIMENTO PROVOCA ENGAVETAMENTO NA MG-424

ACIDENTE FOI AGORA A POUCO PRÓXIMO AO BAIRRO TEOTÔNIO BATISTA DE FREITAS EM PEDRO LEOPOLDO

Reportagem e fotos: Pacheco de Souza

Veículos ficaram cobertos pelo pó do cimento e danificados pela colisão

Veículos ficaram cobertos pelo pó do cimento e danificados pela colisão

Três veículos se envolveram em um acidente agora a pouco na rodovia MG-424 próximo ao bairro Teotônio Batista de Freitas em Pedro Leopoldo. De acordo com um dos motoristas que falou com nossa equipe por telefone, um caminhão derramou certa quantidade de cimento na pista e devido a densa nuvem de poeira que se formou os veículos se envolveram no acidente. A colisão entre os veículos foi pouco antes do redutor de velocidades, na pista sentido Belo Horizonte, próximo à entrada para o Campo do Teixeirão.

Os veículos envolvidos no acidente são: um Fiat Pálio e uma Pampa da cidade de Matozinhos, além de uma Pick-up Saveiro de Marataízes no Espírito Santo. De

Lente da Câmera Mix Notícias foi tampada pelo cimento

Lente da Câmera Mix Notícias foi tampada pelo cimento

acordo com o condutor do Fiat Pálio, quando um caminhão que estava à sua frente passou no cimento, levantou uma nuvem de poeira que tampou sua visão, ele virou a direção para o canto direito da rodovia e parou logo em seguida, nesta hora, a pampa bateu na sua traseira e depois a saveiro que vinha logo atrás também bateu.

O acidente não deixou feridos, mas os veículos ficaram bastante danificados.

Dezenas de veículos que passavam pelo local logo após o acidente tinham que reduzir a velocidade em razão da nuvem de poeira.

Sacos do produto ficaram espalhados no canto da pista

Sacos do produto ficaram espalhados no canto da pista

Os sacos de cimento já rasgados estavam no canto da pista que segue para Belo Horizonte. Operários da empresa responsável pela carga foram ao local para sinalizar e limpar a pista. A Polícia Rodoviária Estadual compareceu para fazer o boletim de ocorrência.

Atualizada as 23h50.