Juri Popular acontece no Clube Social, centro de Pedro Leopoldo
Reportagem e fotos: Pacheco de Souza
Atualizado dia 22 de agosto as 09h50
Atualizado dia 22 de agosto as 09h50
A Justiça de Pedro Leopoldo está julgando nessa terça-feira, dia 21, crime de homicídio ocorrido em fevereiro desse ano. Segundo denúncia do Ministério Público, Gustavo José Costa de Brito, 20 anos (foto) e outro suspeito identificado como Arnaldo teriam assassinado na noite de segunda-feira, 06 de fevereiro desse ano, Nathália Izidoro Ferreira, de 18 anos.
A garota que mantinha relacionamento com Gustavo, foi morta naquela noite em um terreno baldio, entre o bairro Novo Campinho e Felipe Cláudio de Sales, região norte da cidade.
O Júri Popular começou as 09h no Clube Social, localizado no centro da cidade. Primeiro foram ouvidas as testemunhas, depois foi ouvido o réu Gustavo e em seguida o outro suspeito de nome Arnaldo. A previsão é que o julgamento termine por volta das 17h.
Na foto acima, o suspeito de nome Gustavo, na foto abaixo a garota Nathália.
Condenação:
A decisão do conselho de sentença, que era formado por cinco homens e duas mulheres, só foi anunciada às 19h50. Houve atraso no julgamento, pois, um dos jurados passou mal na hora em que as fotos da garota morta eram apresentadas aos jurados. O presidente da sessão, Dr. Otávio Batista Lomônaco, discursou em agradecimento aos jurados, advogados, promotor e familiares da vítima e dos acusados, depois, aplicou a pena. Gustavo foi condenado a 17 anos e seis meses em regime fechado e, o outro suspeito foi absolvido porque o conselho de sentença não reconheceu sua participação no crime.
Familiares da jovem assassinada em fevereiro desse ano, se emocionaram ao ouvir a sentença e saíram indignados da sessão do juri. “Estamos indignados com o resultado porque esperávamos que o Arnaldo fosse condenado, não temos dúvidas que ele participou do crime também. Quanto ao Gustavo, nossa indignação é porque a pena foi pequena e daqui a cinco anos já estará livre”, disse o tio de Nathália, João Gabriel Izidoro.
A decisão da justiça cabe recurso e a família da vítima vai analisar se entra ou não com recurso.
Condenação:
A decisão do conselho de sentença, que era formado por cinco homens e duas mulheres, só foi anunciada às 19h50. Houve atraso no julgamento, pois, um dos jurados passou mal na hora em que as fotos da garota morta eram apresentadas aos jurados. O presidente da sessão, Dr. Otávio Batista Lomônaco, discursou em agradecimento aos jurados, advogados, promotor e familiares da vítima e dos acusados, depois, aplicou a pena. Gustavo foi condenado a 17 anos e seis meses em regime fechado e, o outro suspeito foi absolvido porque o conselho de sentença não reconheceu sua participação no crime.
Familiares da jovem assassinada em fevereiro desse ano, se emocionaram ao ouvir a sentença e saíram indignados da sessão do juri. “Estamos indignados com o resultado porque esperávamos que o Arnaldo fosse condenado, não temos dúvidas que ele participou do crime também. Quanto ao Gustavo, nossa indignação é porque a pena foi pequena e daqui a cinco anos já estará livre”, disse o tio de Nathália, João Gabriel Izidoro.
A decisão da justiça cabe recurso e a família da vítima vai analisar se entra ou não com recurso.





