Cavaleiros e amazonas da “Turma do Chapéu Americano” prestam homenagens a Santo Antônio durante a festa do padroeiro
Reportagem: Pacheco de Souza/Fotos: Gilberto Anacleto
Uma tradição que é passada de pai para filho permanece viva em Lagoa de Santo Antônio, região norte de Pedro Leopoldo. Desde 2005, há seis anos, a “Turma do Chapéu Americano”, formada por crianças, jovens, adultos e terceira idade da família Anacleto, Vieira e outras famílias, realizam a tradicional cavalgada de Santo Antônio. Nesse domingo (12) é dia de cavalgar pelas ruas dos bairros da região norte do município.
O objetivo é fortalecer a interatividade entre as famílias e também destacar a funcionalidade do cavalo. A primeira cavalgada foi realizada no ano de 2005, e desde então, todos os anos os cavaleiros e amazonas se juntam para desfilar com os animais durante a festa de Santo Antônio.
Essa uma forma de homenagear o padroeiro de Lagoa de Santo Antônio e também de resgatar um costume das gerações passadas que utilizavam o animal como meio de transporte para sair da região norte e deslocavam até regiões mais distantes para fazer compras, visitar um amigo, um parente ou até mesmo solicitar algum tipo de serviço ou socorro.
Concentração na Praça da Igreja de São Judas Tadeu localizada no Bairro Andyara, a saída será às 13h. A “Turma do Chapéu Americano” fará o percurso seguindo por ruas dos bairros Adélia Issa, Felipe Cláudio de Sales e Lagoa de Santo Antônio até a chegada na Praça da Igreja de Santo Antônio por volta das 15h. Na chegada dos cavaleiros e amazonas o Padre Adalberto José de Cerqueira dará a bênçãos a todos. Em seguida haverá show com Vanderlei Dias e banda, e ainda barraquinhas com comidas típicas da região na praça da igreja.
“Ao longo de todos os anos de realização da cavalgada conseguimos conquistar vários amigos, companheiros e pessoas que, por algum motivo não gostava e/ou não participava de eventos que envolvia cavalos, com a nossa cavalgada, essas pessoas passaram a participar e até compraram um animal, para que no ano seguinte pudesse estar conosco”, frisou Gilberto Anacleto, um dos organizadores da cavalgada.






