Estado toma prejuízos com as colisões no local, avalia uma das vítimas
Reportagem Pacheco de Souza
O trevo da MG 424 na entrada do bairro da “Lua” em Pedro Leopoldo foi mais uma vez palco de um acidente no final da tarde dessa terça-feira (12). Segundo as vítimas do acidente, a colisão entre o Fiat Dublo placa HGS 9091 e o Golf placa AKQ 7157, ambos de Belo Horizonte, aconteceu por volta da 17h.
O condutor do Dublo, Wellington Alcântara Camargos estava sozinho no veículo, ele contou que seguia sentido Matozinhos e o Golf atravessou a pista sentido Pedro Leopoldo sem observar a placa de parada obrigatória. No Golf além do condutor Pedro Henrique, havia mais quatro pessoas da mesma família, ninguém ficou ferido no acidente.
A negligência do DER e a demora para executar um projeto alternativo poderia ter contribuído para evitar os acidentes. O diretor do órgão no estado, José Élcio Monteze prometeu aos líderes do movimento “S.O.S MG 424” fazer uma rotatória no local em caráter emergencial, o modelo já está pronto, mas somente no papel.
Esdras de Freitas, morador do bairro Santa Tereza desabafa aqui no MIX NOTÍCIAS. “Isso aqui é um vergonha, as autoridades precisam ter consciência para o perigo que as pessoas correm ao usar esse trevo. Prefeito, governador e presidente têm que ter vergonha na cara, se eles não fizerem a obra, o povo vai juntar e construir a rotatória”, declarou.
Itália Amorim Maurize, esposa do motorista do Dublo esclarece que o governo do estado está tendo prejuízos com o grande número de acidentes naquele local. Segundo ela, a construção da rotatória fica mais barato do que deslocar equipe dos bombeiros, ambulâncias e polícia para atender ocorrências. “Fazer a rotatória fica mais barato do que gastar com assistência médica e outros equipamentos do estado. Isso é uma burrice, a área da rotatória já está praticamente formada, falta pouca coisa para construí-la, a não realização da obra é um desperdício de dinheiro público”, lembrou.
O MIX NOTÍCIAS tentou ouvir o DER, mas devido ao feriado, não conseguimos localizar ninguém para responder as críticas da população sobre a demora na construção da rotatória no conhecido “trevo da morte”.




